Águas de sal

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Quando uma saudade entra sorrateira e se instala em minha vida,
um tremor agita a alma e o coração bate com vagar, sufocado pela angústia.
Não há remédio para dores da alma, são dores abstratas no vazio de uma vida.
A falta futura do que tenho hoje é absurdamente inverossímil...
Em fluidos de solidão perco-me. Em vestígios de angústia não me reconheço.
Sinto que alguma coisa se esvai entre sombras diáfanas e brisas leves.
Um sopro leve de tristeza semitonada enche de lágrimas meus olhos
Choro baixinho, sem soluços, nem mágoas. Choro por um adeus...

2 comentários:

Ingrid Naftalina disse...

Boa noite Vera!

Vim aqui conhecer seu bloga através do Palácio Real. Eu também sou residente e desejo que se divirta muito no Palácio.

Gostei do seu texto, a saudade é mesmo um sentimento um tanto angustiante, porém também penso que a saudade nos faz crescer e dá um tempero anossa vida.

Fique com Deus.

Beijinhos.

Roque Pinho disse...

"A saudade é o rosto da eternidade refletido no rio do tempo"

(Rubem Alves)

Gostei desse texto, Vera. A saudade está sempre presente em quem escreve... choros baixinhos, sem soluços, nem mágoas.

Grande abraço!

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